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Coisas que me tiram do sério

Aqui vão poder ler desabafos, asneiras, e muita, muita opinião sobre coisas que me tiram do sério!

Coisas que me tiram do sério

Aqui vão poder ler desabafos, asneiras, e muita, muita opinião sobre coisas que me tiram do sério!

  Ok, esta vai direita a pessoas que eu conheço e que me conhecem. Mas, tira-me do sério a valer. Um beijinho é um beijo pequenino. Portanto, como adjectivá-lo de grande? Pessoas, todas, deixem de dizer beijinhos grandes ou um grande beijinho. Ou bem que é grande ou bem que é um beijinho. Sim? Obrigada!
Há muito que as coisas não me tiram do sério. Isto de estar em casa, para mim, tem sido uma benção. Só até perceber que, afinal, as férias que eu pensava que estavam a acabar, não são bem umas férias, porque o estágio profissional que estava para começar, se calhar, muito provavelmente, já não vai acontecer. E, então, estou remetida à procura de trabalho. Detesto. Cartas de apresentação, enviar um sem número de currículos, sentindo sempre que cada destinatário do (...)
Pois é, estamos de férias. E férias que são férias desobrigam de irritações. Ainda assim, perseguem-me, elas, as irritações. Uma coisa que sempre me tirou do sério é aquela obrigação, porque fica bem, porque é de boa educação, porque sou fêmea, de dar dois beijinhos às pessoas, umas mais conhecidas do que outras. Escapo-me dessa obrigação sempre que posso e, numa situação de cumprimento, estico sempre a mão. No entanto, há aqueles teimosinhos, ou armados em (...)
Esta história do Marega está a tirar-me do sério. Não tenho grandes dúvidas que houve "abuso" racista no estádio do Vitória de Guimarães. Parece-me bastante óvio que ele se defendeu e tomou a atitude mais que correcta. Nada neste mundo o pode obrigar a sentir-se atacado e não ter o direito de se defender.  Aquilo que me está a incomodar profundamente é a reacção da sociedade. Não é a primeira vez, nos últimos, vá, 2 meses, que sabemos de um caso público em que alguém (...)
Há uma coisa que me tem vindo a incomodar progressivamente. Tenho tentado chegar à origem de tal incómodo, perceber o que é que realmente me incomoda. O que é que separa as pessoas que vão atrás do populismo e de soluções antagónicas, das pessoas que procuram a moderação, o equilíbrio e o consenso? Acho que cheguei a uma conclusão. O facilitismo na educação irrita-me profundamente. Posso estar a ser muito simplista, mas lembro-me de quando comecei a perceber que as (...)
A necessidade de auto-censura. Esta coisa de ter um blog é muito bonito e tal, e melhor ainda é ter as pessoas reconhecerem o nosso nome e a elogiarem o que escrevemos. No entanto, esta é uma espada de dois gumes. Porque as pessoas sabem o nosso nome, não podemos dizer o que nos dá na real gana, porque eventualmente vamos ofender alguém que nos é mais, ou menos, próximo.  O meu intuito, quando comecei este blog, era precisamente falar de situações que me irritam (...)
A incompetência no seu geral, mas no particular a da costureira que trata dos pequenos arranjos da minha roupa, nomeadamente calças. Se há coisa que mais me tira do sério e que mais cabelos brancos me provoca é a incompetência das pessoas, ou seja, a incapacidade de realizar uma tarefa com um mínimo de preocupação se essa tarefa vai resolver o problema para o qual pretendia ser a solução. Ora façamos um exercício de suposição. Compramos umas calças de ganga, e como temos (...)
Pessoas que pronunciam de forma errada palavras. Podem ser palavras portuguesas, inglesas, ou de outra língua qualquer. Se eu falar a língua que a(s) outra(s) pessoa(s) está(ão) a utilizar para transmitir qualquer mensagem, e pronunciar mal uma palavra, o meu cérebro fica com um Transtorno Obsessivo-Compulsivo. Repito para mim a própria dita palavra até que me esqueço do que a(s) outra(s) pessoa(s) disse(ram). É claro que enquanto isto acontece, não ouvi nada do que foi dito (...)
Pessoas que têm tiques nervosos sonoros.  Uma coisa é estar a falar com alguém que tem um toque nervoso como pestanejar, ou mexer no cabelo, ou ainda brincar com canetas, só para citar alguns exemplos. Se isto nos incomoda, basta não olhar para a pessoa e o incómodo desaparece. É claro que se estivermos a falar com alguém e estivermos de costas voltadas não é muito simpático. Mas comparemos com um toque nervoso sonoro. Aí complica. Como é que não ouvimos alguém que está (...)
Pessoas que andam aos ziguezagues na rua. Acontece com demasiada frequência eu ir a andar na rua, com alguma pressa (vicissitudes de ter um relógio), e ter pessoas que se atravessam à minha frente. Às vezes aparecem da direita, e eu até estava a ultrapassar pela esquerda, outras vezes aparecem pela esquerda e quase me pisam, outras ainda quase provocam um choque frontal.  Também sou vítima do fenómeno do telemóvel na mão enquanto ando na rua, mas até me gabo de ter alguma (...)