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Coisas que me tiram do sério

Aqui vão poder ler desabafos, asneiras, e muita, muita opinião sobre coisas que me tiram do sério!

Coisas que me tiram do sério

Aqui vão poder ler desabafos, asneiras, e muita, muita opinião sobre coisas que me tiram do sério!

A incompetência no seu geral, mas no particular a da costureira que trata dos pequenos arranjos da minha roupa, nomeadamente calças.

Se há coisa que mais me tira do sério e que mais cabelos brancos me provoca é a incompetência das pessoas, ou seja, a incapacidade de realizar uma tarefa com um mínimo de preocupação se essa tarefa vai resolver o problema para o qual pretendia ser a solução.

Ora façamos um exercício de suposição. Compramos umas calças de ganga, e como temos 1,50m (nunca há calças para gente minorca), precisamos de mandar fazer a bainha. Mandamos para a costureira a que a família recorre há tanto tempo que ninguém se lembra quando é que começaram a ir lá. É uma pessoa de confiança, que não cobra muito dinheiro, por isso tudo bem. Até aqui, maravilha! O problema coloca-se quando dita costureira (ou costureiras) não faz o seu trabalho em condições.

Ora continuemos com a nossa suposição. Mandamos umas calças marcadas para fazer a bainha. E as calças até têm um pormenor engraçado: as costuras todas, incluido as da bainha são brancas. Quando ditas calças voltam à procedência, ou seja, para quem as comprou poder vesti-las, a bainha vem com a cor amarelo, laranja, uma linha de uma cor deste género. Foi a primeira vez na vida que fiquei piursa com incompetência de costureiras, porque normalmente não sou dada a estes detalhes. Mas este era um detalhe que me tinha feito comprar as calças. Não reclamei. Afinal são só umas calças com uma bainha que destoa. 

Segundo episódio desta saga, que na verdade engloba várias versões da mesma coisa: todas as bainhas voltam mais curtas do que tinham sido originalmente marcadas.

Episódio número 3: Umas calças rasgadas numa das pernas vai para ser remendada. Pormenor: a outra perna estava mesmo a ameaçar rasgar e dita costureira não remendou. Resultado: rasgou da vez a seguir, voltaram para remendar e paguei de novo o serviço.

E estamos chegados ao episódio mais recente: calças novas, marcadas para bainha, desta vez com um bocadinho de folga já a contar com o corte a mais que normalmente leva. Resultado: vieram tão compridas que vão ter de voltar para cortar mais um bom pedaço, que por acaso há-de ser igual ao que foi cortado da primeira vez. 

Não tenho grande pachorra para isto. Ainda por cima, vou pagar de novo o serviço. Já esteve mais longe o dia em que mudo de costureira.